
E até de empréstimos soerguia, tragava aquela sensação de posse e voltava pra casa assim, morno, o mesmo. Pleno daquelas porcaria que se encontram por aí, algo que já teve um significado, mas, pra ele, nem serviam pra dormir, encostar a alma, cobrir as paredes feridas. Mas manchava. E por recados e infames, bilhetes que não tinham sido lidos, se aventurava naquelas maldições alheias, mal ditas palavras esquecidas e que ficavam pendurando no sobrabo, pedindo, não, implorando que as escrevesse, que fossem falas, ou diálogos, ou só mais outras mentiras pra alguém lembrar, quando andando pelas ruas, alguém aparecesse no parapeito da janela parecendo se aliviar, a. luíza nogueira.
(via kylviabarros)

Tô repetindo: Que bom que sou capaz, que bom que sou forte, que bom que suporto. Colei aquele “eu amo você” no espelho. É pra mim mesmo. Caio F Abreu

Você só tem que escrever se isso vier de dentro pra fora, caso contrário não vai prestar, eu tenho certeza, você poderá enganar a alguns, mas não enganaria a si e, portanto, não preencheria esse oco. (Caio F. Abreu)
(via x-thunderstorms)

Porque eu não quero cometer a loucura de ser uma pessoa normal.
(getyourheartonme)

Eu não sou delicada e paciente, como uma garota deve ser. Mas isso é só mais um defeito, em meio a tantos outros.
(via o-hell)

Porque por mais que eu tente, parte de mim te quer. E a outra parte te quer mais.